É estranho. Num troca de palavras, apercebi-me que tenho a tendência para escrever quando estou mais negativo. Talvez seja uma tendência natural. Acredito que sim. Mas sinto um ligeira incapacidade para escrever sobre um história feliz. Deve ser por isso que me tenho identificado tanto ultimamente com a escrita do Paul Auster. Histórias de narradores/escritores obsessivos que levam coincidências até as ultimas consequências. Histórias surreais e absurdas. Mas viciantes. Gosto disso e vou continuar a lê-lo.
Um dia vou acabar de escrever a história de Joaquim. E de quando Joaquim conheceu Penélope, a menina dos seus olhos com um corpo abandonado ao mar. Ainda não sei se é uma história de encontro ou desencontro, de paixão fugaz ou amor eterno, feliz ou melancólica... Será, apenas será.
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